Saturday, June 20, 2015
Saturday, May 30, 2015
Tragédia
a minha vida está um caos sem solução.
passo os dias a chorar pelas minhas filhas que é a única coisa que me interessa, mas como não tenho nada de bom para lhes dizer não arranjo coragem para telefonar.
já lhes disse que me telefonassem elas, mas "ninguém num" telefona ao pai.
Tuesday, May 26, 2015
Saturday, May 23, 2015
A humanist
https://www.youtube.com/watch?v=5dLh-B1KR5Y
Being human it's an incurable tragedy. In believing that humanity can be cured, Richard is wrong.
Being human it's an incurable tragedy. In believing that humanity can be cured, Richard is wrong.
Thursday, May 21, 2015
UnCommented
Dos comentários loucos da populaça louca ►aqui◄
"João de Sousa, inspetor da Polícia Judiciária. Segundo este, Sócrates “considera-se uma personagem ao nível de um Napoleão, de um Mário Soares e de um Nelson Mandela".
Estão V.exas portanto a ouvir alguém que escreve "segundo este" a dizer que um inspetor da judite que mete Mandela, Napoleão e Soares no mesmo saco psicótico-analfabético - e que graças a Deus se encontra de férias - disse a um jornalista - uma rapaziada de confiança - que acha que o socas é um bocadinho arrogante.
Em Portugal só não rouba quem não pode. Sempre assim foi. A falsa moral é a pior das hipocrisias.
Pensem: "se tratam assim um ex-primeiro-ministro como me tratariam a mim?"
A incompetência da polícia é incompreensível: toda a gente "sabe" que o socas é o maior gatuno do país dos gatunos e mesmo assim não apresentam nenhuma prova nem o prendem.
A incompetência da polícia é o único problema que aqui há.
Provas, prisão e beber uns copos para festejar. É fácil. Era fácil. Assim é um pesadelo: é a isto que estamos sujeitos? Vale mais emigrar para a Coreia do Norte.
É claro que toda a gente pensa de cabeça para baixo: a polícia é muito boa, eles bem sabem; o juiz é muito bom, ele lá sabe, etc. Mas é ao contrário: se a polícia é boa, arranja provas; se o juiz é bom, exige provas, etc.
Por mim só me lembro d' "O rei vai nu".
Acho que não vivemos num país de gatunos. Vivemos num país de reis nus.
"João de Sousa, inspetor da Polícia Judiciária. Segundo este, Sócrates “considera-se uma personagem ao nível de um Napoleão, de um Mário Soares e de um Nelson Mandela".
Estão V.exas portanto a ouvir alguém que escreve "segundo este" a dizer que um inspetor da judite que mete Mandela, Napoleão e Soares no mesmo saco psicótico-analfabético - e que graças a Deus se encontra de férias - disse a um jornalista - uma rapaziada de confiança - que acha que o socas é um bocadinho arrogante.
Em Portugal só não rouba quem não pode. Sempre assim foi. A falsa moral é a pior das hipocrisias.
Pensem: "se tratam assim um ex-primeiro-ministro como me tratariam a mim?"
A incompetência da polícia é incompreensível: toda a gente "sabe" que o socas é o maior gatuno do país dos gatunos e mesmo assim não apresentam nenhuma prova nem o prendem.
A incompetência da polícia é o único problema que aqui há.
Provas, prisão e beber uns copos para festejar. É fácil. Era fácil. Assim é um pesadelo: é a isto que estamos sujeitos? Vale mais emigrar para a Coreia do Norte.
É claro que toda a gente pensa de cabeça para baixo: a polícia é muito boa, eles bem sabem; o juiz é muito bom, ele lá sabe, etc. Mas é ao contrário: se a polícia é boa, arranja provas; se o juiz é bom, exige provas, etc.
Por mim só me lembro d' "O rei vai nu".
Acho que não vivemos num país de gatunos. Vivemos num país de reis nus.
Wednesday, May 20, 2015
Desnorteados
País de patas ao ar
Andamos todos perdidos
Gente normal a roubar
polícias que são bandidos.
(acerca de https://www.facebook.com/pages/Punição-para-este-polícia-queremos-justiça/883029401764297)
Andamos todos perdidos
Gente normal a roubar
polícias que são bandidos.
(acerca de https://www.facebook.com/pages/Punição-para-este-polícia-queremos-justiça/883029401764297)
Monday, May 4, 2015
Sunday, May 3, 2015
Idiotas com 'armas'
Fernando Dias decidiu inventar que Foz Tua é não sei onde, ele é que sabe,
http://www.mapadeportugal.net/localidade.asp?n=foztua&c=1815&t=gr
É muito triste.
Muito muito triste.
http://www.mapadeportugal.net/localidade.asp?n=foztua&c=1815&t=gr
É muito triste.
Muito muito triste.
Friday, May 1, 2015
Aparentemente encontro-me no pior que há
"Não há nada pior do que o conformismo que nos torna insensíveis, do que a indiferença que nos torna desumanos".
ouvida algures
Não é assim tão mau porque tem solução instantânea e duradoura. É só mudarem as circunstâncias...
ouvida algures
Não é assim tão mau porque tem solução instantânea e duradoura. É só mudarem as circunstâncias...
Monday, April 27, 2015
Saturday, April 25, 2015
Monday, April 13, 2015
Monday, March 2, 2015
Acerca de um like que a Paulinha me fez no facebook
Era uma vez duas galinhas.
Eram feias e não punham ovos nem nada "rai's partam n'as galinhas; quésias (1) Né? leva-as e faz um arroz de cabidela". Destino marcado. Triste fado, o das galinhas.
Mas, não!
Ninguém sabe o que se passa na cabeça de ninguém quanto mais na de uma galinha, fará na de duas, mas o que é certo é que, ou no abandono do desespero por terem percebido o que as esperava ou porque gostaram da nova casa ou porque não quiseram morrer sem serem galinhas (para ser uma galinha é preciso pôr ovos que as galinhas não são como as pessoas) as criaturas decidiram revelar-se e logo no dia seguinte, para elas o fatídico, eis que apresentaram dois ovos.
Se aos ouvidos de alguém parecerem dois ovos coisa pouca é porque não sabe que há no mundo muitas coisas maravilhosas mas nenhuma delas pode ser mais virtuosa do que um ovo. É uma questão, como em tudo, de olhar para um ovo com olhos de ver.
Viu-se pois o eleito comensal a contemplar tamanha arte, um presente no sapato, uma oferta inesperada, como se não bastasse envolta em mistério, um pequeno milagre diga-se, atenção, que as galinhas não punham, nunca tinham posto e não tinham jeitos de ser capaz de pôr, feias e escanzeladas, e logo, já sem vontade de as matar, que a vontade já era nenhuma pois matar e depenar galinhas é uma trabalheira sem graça, decidiu derrotado "pronto, deixai-vos estar. A ver".
O Né anda a dar ovos, grandes grandes, lindos lindos, das duas galinhas de penas pretas com reflexos de todas as cores que lá tem.
Pôem mais ovos do que os livros dizem que é de esperar do cu de uma galinha e são maiores do que os maiores calibres que se podem encontrar no mercado.
As galinhas feias que não punham, pôem. Muitos e grandes. Grandes não. Enormes. Um está ali. Acabei de lhe tirar uma foto para publicar na Internet.
Tenciono comê-lo amanhã ao pequeno-almoço.
___
►"Guardado está o bocado para quem o há de comer"■
(1): quere-las
Eram feias e não punham ovos nem nada "rai's partam n'as galinhas; quésias (1) Né? leva-as e faz um arroz de cabidela". Destino marcado. Triste fado, o das galinhas.
Mas, não!
Ninguém sabe o que se passa na cabeça de ninguém quanto mais na de uma galinha, fará na de duas, mas o que é certo é que, ou no abandono do desespero por terem percebido o que as esperava ou porque gostaram da nova casa ou porque não quiseram morrer sem serem galinhas (para ser uma galinha é preciso pôr ovos que as galinhas não são como as pessoas) as criaturas decidiram revelar-se e logo no dia seguinte, para elas o fatídico, eis que apresentaram dois ovos.
Se aos ouvidos de alguém parecerem dois ovos coisa pouca é porque não sabe que há no mundo muitas coisas maravilhosas mas nenhuma delas pode ser mais virtuosa do que um ovo. É uma questão, como em tudo, de olhar para um ovo com olhos de ver.
Viu-se pois o eleito comensal a contemplar tamanha arte, um presente no sapato, uma oferta inesperada, como se não bastasse envolta em mistério, um pequeno milagre diga-se, atenção, que as galinhas não punham, nunca tinham posto e não tinham jeitos de ser capaz de pôr, feias e escanzeladas, e logo, já sem vontade de as matar, que a vontade já era nenhuma pois matar e depenar galinhas é uma trabalheira sem graça, decidiu derrotado "pronto, deixai-vos estar. A ver".
O Né anda a dar ovos, grandes grandes, lindos lindos, das duas galinhas de penas pretas com reflexos de todas as cores que lá tem.
Pôem mais ovos do que os livros dizem que é de esperar do cu de uma galinha e são maiores do que os maiores calibres que se podem encontrar no mercado.
As galinhas feias que não punham, pôem. Muitos e grandes. Grandes não. Enormes. Um está ali. Acabei de lhe tirar uma foto para publicar na Internet.
Tenciono comê-lo amanhã ao pequeno-almoço.
___
►"Guardado está o bocado para quem o há de comer"■
(1): quere-las
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