I was absolutely making things up, lying, and inventing titles to cover for the fact that I couldn't find the real answer. There is no excuse for that, and I am genuinely sorry for wasting your time and treating you like an idiot.
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O meu outro blogue é disparatado.
I was absolutely making things up, lying, and inventing titles to cover for the fact that I couldn't find the real answer. There is no excuse for that, and I am genuinely sorry for wasting your time and treating you like an idiot.
Dr. Katie Hinde (Breast Milk Research)
https://en.wikipedia.org/wiki/Gerald_Ratner
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At the macroscopic level, variability appears to be the rule. At the fundamental level, nature appears to build the universe from perfectly identical elementary particles—or, more precisely, from identical excitations of fundamental quantum fields. Whether that identity is truly absolute or merely reflects the limits of our measurements remains an open question.
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Poucas palavras do nosso calão têm uma viagem tão improvável quanto morcão. Hoje usamos o termo para chamar alguém trapalhão, bronco ou simplesmente desajeitado. Mas a história por trás desta palavra é muito mais antiga — e bem mais sangrenta — do que parece.
A pista decisiva surge num trecho de O Povo Português, de Teófilo Braga, onde o autor cita um costume dos antigos Gauleses. Entre eles, existia quem cortasse o dedo polegar para evitar o serviço militar. Esses homens eram chamados murcus. Sem polegar, não podiam segurar uma lança nem puxar o gatilho de uma arma — logo, eram considerados inúteis para a guerra.
Braga observa ainda que, no Minho, se usava a palavra murcão como insulto para designar alguém desajeitado. A ligação é evidente: o “murcus” gaulês, incapaz de combater, transforma‑se no “murcão” português, incapaz de fazer as coisas como deve ser. Com o tempo, a forma evolui naturalmente para morcão, a versão que hoje domina no uso popular.
A etimologia provável reforça esta leitura. A raiz céltica mur- está associada a ideias de cortar, mutilar ou diminuir. Assim, murcus significaria literalmente “o diminuído”, “o que perdeu algo”, “o que se mutilou”. A palavra atravessa séculos, adapta-se às línguas românicas e acaba por sobreviver no português do Noroeste como termo depreciativo.
Curiosamente, existe também “morcão” no sentido de massa de larvas de mosca, mas esta é outra palavra, de outra origem, apenas homónima. A coincidência sonora pode ter reforçado o tom pejorativo do insulto, mas não está na sua raiz histórica.
No fim de contas, chamar alguém de morcão é, sem o sabermos, recuperar um eco longínquo da Gália antiga — um insulto com mais de dois mil anos, nascido de um gesto extremo de fuga ao combate. Uma pequena cápsula linguística onde se cruzam antropologia, história militar e o humor popular português.
A palavra setentrionais tem origem na astronomia e na mitologia romana, vinda do latim septentrionales (plural de septentrionalis).