Acabei de ver a história do homem, cego, que foi à Ucrânia e em 7 horas recuperou a visão. Sem pagar um tostão.
Quando lhe perguntaram qual pensava ser a razão para os médicos portugueses (argh!) não lhe terem resolvido o problema, disse. "Porque não sabem, não podem ou não querem".
Acho que devia ter dito: Porque não sabem nem podem nem querem.
A imensa e triste Ucrânia passou a ter um lugar mais elevado no meu coração.
Que poema, óh Cesário!
Os belos gigantes cultos, formados e capazes;
De criados, a servirem mansamente e a diário,
os analfabetos, rudes, portugueses capatazes,
neste injusto, opressivo mundo bestiário.
Wednesday, January 31, 2007
Monday, January 29, 2007
Esmoler
Porque será que a Santa Casa gasta milhões em publicidade como se não tivesse mais nada que fazer ao dinheiro?
Thursday, January 25, 2007
The Internet is a series of tubes
You gotta see this:
http://www.youtube.com/watch?v=1lYiDo0DjSk
e as consequências: http://www.youtube.com/watch?v=VijmR3DOGCc
e a música (verdade!):http://www.youtube.com/watch?v=HA6EXypKJ7A
http://www.youtube.com/watch?v=1lYiDo0DjSk
e as consequências: http://www.youtube.com/watch?v=VijmR3DOGCc
e a música (verdade!):http://www.youtube.com/watch?v=HA6EXypKJ7A
Blogue Público
Os blogues são essencialmente um novo conceito de página de Internet.
Num blogue, as páginas não são apenas oferecidas prontas a usar como são apresentadas com uma estrutura optimizada para um predeterminado tipo de conteúdo e utilização.
Se considerarmos que o que havia mais na altura em que surgiu esta ideia eram páginas prontas a usar, somos levados a concluir que a novidade que levou ao sucesso deste conceito reside no facilitar a vida aos utilizadores que assim deixam de ter de decidir, em sentido lato, o que fazer e como o fazer, dentro das possibilidades infindas que uma página de Internet abre à criatividade. As pessoas deixaram de ficar paralisadas pela forçosa decisão de escolher "como" e "o quê" ao encararem as imensas possibilidades de conteúdo e forma que uma página de Internet abre. A dificuldade de decidir é proporcional ao número de possibilidades de decisão. Os blogues minimizam essa dificuldade porque convidam a priori a um determinado conteúdo e a uma determinada utilização.
Mas nem tudo são rosas e os blogues têm um ponto fraco: exigem demasiada atenção dada a sua propensão diária e individualista. Assim a blogosfera (assim se costuma designar o conjunto de blogues existentes) está cheia de blogues nados-mortos, de blogues inactivos, de blogues que não servem para nada. Ao ver a voracidade do bicho os seus autores, compreensivelmente, desistem da empreitada.
Tenta-se superar isto através da associação de vários autores num mesmo blogue (distorcendo uma das ideias iniciais dos blogues que é a de servirem de diário e portanto terem tendencialmente uma natureza estritamente pessoal). Isso, quando resulta, resulta bem.
Outra variante, usada pelo mais abrupto blogue português, é a de incluir a participação dos leitores. Também resulta.
Outra ainda é a de simplificar o conteúdo publicando, por exemplo, nada mais que fotos.
E há outras: com o Google Alerts e a possibilidade que há de publicar por email, pode até criar-se um blogue que se vai actualizando automaticamente, sem intervenção!
Mas a imaginação humana é infinita e mesmo quando um conceito parece estar esgotado eis que novas ideias, novas possibilidades surgem.
Tenho o prazer de informar que me surgiu a ideia de um novo conceito de blogue: o blogue público.
Essencialmente (e vou deixar, para já, de lado outras análises) trata-se de um blogue que convida à participação ocasional de todos. Como se disse os blogues tendem a acabar depressa porque poucos têm disponibilidade para os manterem. Mas quase todos nós temos, numa altura ou noutra, algo pontual a dizer. Uma opinião, uma rima, uma imagem, um dito, uma anedota que seja... Ora, podemos sempre dar os nossos créditos de mão beijada a um dos autores desses blogues que abraçam a participação dos leitores ou podemos mandar um email para um blogue público e compartilhar assim o que nos vai na alma sem ofuscar a autoria com o nome de outrém.
Está criado e à disposição de todos o blogue público, Popular. O endereço é: (http://bloguepopular.blogspot.com/).
Compartilhe as suas ideias, participe enviando-as simplesmente por email para blogue.popular.publicar@blogger.com e em poucos segundos elas estarão publicadas, não num blogue inactivo que ninguém lê mas sim num blogue vivo e dinâmico. Um blogue que não é controlado por ninguém e que todos controlam (o login é público! Repito: o login é público).
Por mim, confesso, estou ansioso por descobrir o que vai acontecer, no que se irá tornar este rebento e por ver lá a sua participação!
Num blogue, as páginas não são apenas oferecidas prontas a usar como são apresentadas com uma estrutura optimizada para um predeterminado tipo de conteúdo e utilização.
Se considerarmos que o que havia mais na altura em que surgiu esta ideia eram páginas prontas a usar, somos levados a concluir que a novidade que levou ao sucesso deste conceito reside no facilitar a vida aos utilizadores que assim deixam de ter de decidir, em sentido lato, o que fazer e como o fazer, dentro das possibilidades infindas que uma página de Internet abre à criatividade. As pessoas deixaram de ficar paralisadas pela forçosa decisão de escolher "como" e "o quê" ao encararem as imensas possibilidades de conteúdo e forma que uma página de Internet abre. A dificuldade de decidir é proporcional ao número de possibilidades de decisão. Os blogues minimizam essa dificuldade porque convidam a priori a um determinado conteúdo e a uma determinada utilização.
Mas nem tudo são rosas e os blogues têm um ponto fraco: exigem demasiada atenção dada a sua propensão diária e individualista. Assim a blogosfera (assim se costuma designar o conjunto de blogues existentes) está cheia de blogues nados-mortos, de blogues inactivos, de blogues que não servem para nada. Ao ver a voracidade do bicho os seus autores, compreensivelmente, desistem da empreitada.
Tenta-se superar isto através da associação de vários autores num mesmo blogue (distorcendo uma das ideias iniciais dos blogues que é a de servirem de diário e portanto terem tendencialmente uma natureza estritamente pessoal). Isso, quando resulta, resulta bem.
Outra variante, usada pelo mais abrupto blogue português, é a de incluir a participação dos leitores. Também resulta.
Outra ainda é a de simplificar o conteúdo publicando, por exemplo, nada mais que fotos.
E há outras: com o Google Alerts e a possibilidade que há de publicar por email, pode até criar-se um blogue que se vai actualizando automaticamente, sem intervenção!
Mas a imaginação humana é infinita e mesmo quando um conceito parece estar esgotado eis que novas ideias, novas possibilidades surgem.
Tenho o prazer de informar que me surgiu a ideia de um novo conceito de blogue: o blogue público.
Essencialmente (e vou deixar, para já, de lado outras análises) trata-se de um blogue que convida à participação ocasional de todos. Como se disse os blogues tendem a acabar depressa porque poucos têm disponibilidade para os manterem. Mas quase todos nós temos, numa altura ou noutra, algo pontual a dizer. Uma opinião, uma rima, uma imagem, um dito, uma anedota que seja... Ora, podemos sempre dar os nossos créditos de mão beijada a um dos autores desses blogues que abraçam a participação dos leitores ou podemos mandar um email para um blogue público e compartilhar assim o que nos vai na alma sem ofuscar a autoria com o nome de outrém.
Está criado e à disposição de todos o blogue público, Popular. O endereço é: (http://bloguepopular.blogspot.com/).
Compartilhe as suas ideias, participe enviando-as simplesmente por email para blogue.popular.publicar@blogger.com e em poucos segundos elas estarão publicadas, não num blogue inactivo que ninguém lê mas sim num blogue vivo e dinâmico. Um blogue que não é controlado por ninguém e que todos controlam (o login é público! Repito: o login é público).
Por mim, confesso, estou ansioso por descobrir o que vai acontecer, no que se irá tornar este rebento e por ver lá a sua participação!
Tuesday, January 23, 2007
Thursday, January 18, 2007
Será verdade?
Vi aqui http://fyad.org/kgdh
NETCABO denuncia clientes à Policia Judiciaria Pelos vistos além de prestar um péssimo serviços aos clientes, a Netcabo ainda os denuncia à Policia Judiciaria por utilização de programas de file sharing tipo Emule. Tenho conhecimento de um caso, de um colega de trabalho, em que a PJ lhe foi a casa às 7:30 da manhã apreender os computadores. O computador estava a ser usado para fazer download de filmes do Emule para uso privado e o utilizador tinha o plano de Netcabo sem limite de tráfego. Pelos vistos os clientes que têm muito tráfego mensal dão prejuizo à Netcabo, que os referencia à Policia Judiciaria
NETCABO denuncia clientes à Policia Judiciaria Pelos vistos além de prestar um péssimo serviços aos clientes, a Netcabo ainda os denuncia à Policia Judiciaria por utilização de programas de file sharing tipo Emule. Tenho conhecimento de um caso, de um colega de trabalho, em que a PJ lhe foi a casa às 7:30 da manhã apreender os computadores. O computador estava a ser usado para fazer download de filmes do Emule para uso privado e o utilizador tinha o plano de Netcabo sem limite de tráfego. Pelos vistos os clientes que têm muito tráfego mensal dão prejuizo à Netcabo, que os referencia à Policia Judiciaria
Blogue Popular
Especialmente para todos os que se pretendem expressar sem ter de passar pela tristeza de criar um blogue condenado ao abandono. Este blogue - e outros que se lhe seguirão - servirá também para manter a blogosfera livre de 'múmias paralíticas'.
Dou-lhes o nome de "blogues públicos" e agora vou googlar para ver se a ideia já está em prática ou se posso saborear o prazer de ter iniciado algo bom.
Divulguem e participem.
Agora há uma maneira simples - mandar um email para blogue.popular.publicar@blogger.com - de tirar da gaveta as criações esporádicas, casuais que nunca se mostram a ninguém.
Dou-lhes o nome de "blogues públicos" e agora vou googlar para ver se a ideia já está em prática ou se posso saborear o prazer de ter iniciado algo bom.
Divulguem e participem.
Agora há uma maneira simples - mandar um email para blogue.popular.publicar@blogger.com - de tirar da gaveta as criações esporádicas, casuais que nunca se mostram a ninguém.
Projecto
Por uma vez tive uma ideia e concretizei-a. Criei um blogue aberto a todos. As participações podem ser feitas por email ( blogue.popular.publicar@blogger.com) ou então fazendo o sign in (os dados estão publicados e qualquer um pode fazê-lo).
Por mim estou muito curioso sobre o que vai acontecer.
Por mim estou muito curioso sobre o que vai acontecer.
Wednesday, January 17, 2007
Uma poetisa
Alguém me sabe dizer o que é que aconteceu à palavra poetisa?
(Anda toda a gente a usar "poeta" para os dois géneros.)
É que eu também tenho uma série de palavras de que não gosto e se está na moda poder substituí-las por outras mais ao nosso gosto, gostaria de ser informado.
Quase me esquecia do Ciberduvidas:
Será por se recear que poetisa seja a mulher dum poeta que agora, quando uma senhora verseja, há quem lhe chame poeta, o que é rematado disparate?
Se na televisão aparecem (ainda por cima repetidamente) intelectuais a dizer disparates (como "poeta" ao falar de Natália Correia, dito, por exemplo, no Grandes Portugueses, então podemos contar com o disparate por muitos e bons anos e isso é compreensível. Não é compreensível que os ditos não se corrijam tão cedo e tão veemetemente quanto possível. Prezam mais a vaidade do que a língua, será?
Como tenho dito muitas vezes, foi assim que começou o "não comento".
(Não confundir o "não comento" normal, o da liberdade de expressão, com o "não comento" de um responsável directo e único que tem evidentemente o dever e a obrigação (para isso lhe pagam) de não somente comentar como de 'resolver'... Dou um exemplo: um ministro diz qualquer coisa. Vai-se ao primeiro-ministro - a quem mais? - e pede-se-lhe que esclareça e tal.
"Não comento".
Então quem raio há-de comentar, seus desavergonhados?!)
Acima, onde se lê "primeiro-ministro" leia-se "Jorge Sampaio". É mais justo.
"Poetisa" é uma palavra feia.
A história de a substituir por "poeta" é bonita. (Uma espécie de homenagem a Sophia Andresen)
Mas a justificação (de que há algo de depreciativo face a "poeta") não presta.
Se a quiserem exterminar porque é feia - apesar de ser uma atitude pantanosa - podem contar comigo. Para modas vãs, não.
Se pretenderem homenagear Sophia então utilizem "poeta" apenas e só para ela (Coisa que tentarei fazer dado que era essa a sua vontade. Não se devem contrariar os poetas - muito menos os mortos).
Quando morrer {nome da maior actriz portuguesa viva} começaremos a dizer "actora"?
(Anda toda a gente a usar "poeta" para os dois géneros.)
É que eu também tenho uma série de palavras de que não gosto e se está na moda poder substituí-las por outras mais ao nosso gosto, gostaria de ser informado.
Quase me esquecia do Ciberduvidas:
Será por se recear que poetisa seja a mulher dum poeta que agora, quando uma senhora verseja, há quem lhe chame poeta, o que é rematado disparate?
Se na televisão aparecem (ainda por cima repetidamente) intelectuais a dizer disparates (como "poeta" ao falar de Natália Correia, dito, por exemplo, no Grandes Portugueses, então podemos contar com o disparate por muitos e bons anos e isso é compreensível. Não é compreensível que os ditos não se corrijam tão cedo e tão veemetemente quanto possível. Prezam mais a vaidade do que a língua, será?
Como tenho dito muitas vezes, foi assim que começou o "não comento".
(Não confundir o "não comento" normal, o da liberdade de expressão, com o "não comento" de um responsável directo e único que tem evidentemente o dever e a obrigação (para isso lhe pagam) de não somente comentar como de 'resolver'... Dou um exemplo: um ministro diz qualquer coisa. Vai-se ao primeiro-ministro - a quem mais? - e pede-se-lhe que esclareça e tal.
"Não comento".
Então quem raio há-de comentar, seus desavergonhados?!)
Acima, onde se lê "primeiro-ministro" leia-se "Jorge Sampaio". É mais justo.
"Poetisa" é uma palavra feia.
A história de a substituir por "poeta" é bonita. (Uma espécie de homenagem a Sophia Andresen)
Mas a justificação (de que há algo de depreciativo face a "poeta") não presta.
Se a quiserem exterminar porque é feia - apesar de ser uma atitude pantanosa - podem contar comigo. Para modas vãs, não.
Se pretenderem homenagear Sophia então utilizem "poeta" apenas e só para ela (Coisa que tentarei fazer dado que era essa a sua vontade. Não se devem contrariar os poetas - muito menos os mortos).
Quando morrer {nome da maior actriz portuguesa viva} começaremos a dizer "actora"?
Gustaran?
http://www.jperegrino.com.br/Educa%C3%A7%C3%A3o/proposta_de_ortografia_fonemica.htm
Mudanças propostas para escrita lógica e regular :
1- G, com som de GUÊ. Ex.: gitarra, gerra, água.
2 - J (substituindo o G com som de J). Ex: jente, jirafa.
3 - Não há letras mudas. Ex.e em sons nasais. Ex: tanbén, tanpa, mantén.
6 - K em lugar de C e Q. Ex.: kaza, keijo.
7- KS em lugar de X com som de KS. Ex.: sekso, táksi.
8 - S em lugar de C com som de S. Ex.: senoura, sinema, sidade.
9 - S em lugar de X com som de S. Ex.: esplikar, êstaze.
10 - S em lugar de SS. Ex.: misa, asado.
11- X em lugar de CH. Ex.: xave, xamar.
12 - Z em lugar de X com som de Z. Ex.: ezenplo, ezame, ezato.
13 - Z em lugar de S com som de Z. Ex.: fraze, múzika.
14 - Palavras terminadas em A nasal recebem apenas um til (~). Ex.: irmã, Irã, rã.
15 - ALFABETO: 5 vogais: A, E, I, O, U e 17 consoantes: B(BÊ), D(DÊ), F(FÊ), G(GUÊ), H(AGUÊ), J(JÊ), K(KÊ), L(LÊ), M(MÊ), N(NÊ), P(PÊ), R(RÊ), S(SÊ), T(TÊ), V(VÊ), X(XÊ), Z(ZÊ).
Acentuação
Os monossílabos tônicos são acentuados. Ex: só, pó, nó, sé, pé. As palavras oxítonas seguidas ou não de S são acentuadas. Ex: kajá, kajás, rapé, rapés. As oxítonas, terminadas em L, R não são acentuadas. Ex: animal, farol, amar, pedir. As paroxítonas não são acentuadas. Ex: estudo, ponte, ponbo, bonito. Toda palavra proparoxítona é acentuada. Ex: gramátika, prédio, krítiko, próprio.
Com este adotaran é que vai tudo por água abaixo!:
Tudo iso porkê? Tudo devido a uma tal "ortografia etimolójika" ke andava em moda na Fransa no fin do sékulo pasado e ke os portugezes adotaran ao fazer sua reforma ortográfika en 1911. A mesma ortografia ke, kon pekenas modifikasões, foi adotada pelo Brazil en 1945 e uzamos oje.
Obs.: Esta proposta foi apresentada no Congresso Brasileiro de Lingüística e Literatura, na SUAM, 1985, Rio de Janeiro, RJ - Brasil.
Prof. Manoel Moacir Sisccati
ALARP – Academia de Letras e Artes de Ribeirão Preto, Delegado de Esperanto
"Lógica e regular" não sei mas que facilitaria a vida aos professores primários digo, do primeiro ciclo, isso de certeza!
Entretanto continua-se a falar como manda a lei:

Mudanças propostas para escrita lógica e regular :
1- G, com som de GUÊ. Ex.: gitarra, gerra, água.
2 - J (substituindo o G com som de J). Ex: jente, jirafa.
3 - Não há letras mudas. Ex.e em sons nasais. Ex: tanbén, tanpa, mantén.
6 - K em lugar de C e Q. Ex.: kaza, keijo.
7- KS em lugar de X com som de KS. Ex.: sekso, táksi.
8 - S em lugar de C com som de S. Ex.: senoura, sinema, sidade.
9 - S em lugar de X com som de S. Ex.: esplikar, êstaze.
10 - S em lugar de SS. Ex.: misa, asado.
11- X em lugar de CH. Ex.: xave, xamar.
12 - Z em lugar de X com som de Z. Ex.: ezenplo, ezame, ezato.
13 - Z em lugar de S com som de Z. Ex.: fraze, múzika.
14 - Palavras terminadas em A nasal recebem apenas um til (~). Ex.: irmã, Irã, rã.
15 - ALFABETO: 5 vogais: A, E, I, O, U e 17 consoantes: B(BÊ), D(DÊ), F(FÊ), G(GUÊ), H(AGUÊ), J(JÊ), K(KÊ), L(LÊ), M(MÊ), N(NÊ), P(PÊ), R(RÊ), S(SÊ), T(TÊ), V(VÊ), X(XÊ), Z(ZÊ).
Acentuação
Os monossílabos tônicos são acentuados. Ex: só, pó, nó, sé, pé. As palavras oxítonas seguidas ou não de S são acentuadas. Ex: kajá, kajás, rapé, rapés. As oxítonas, terminadas em L, R não são acentuadas. Ex: animal, farol, amar, pedir. As paroxítonas não são acentuadas. Ex: estudo, ponte, ponbo, bonito. Toda palavra proparoxítona é acentuada. Ex: gramátika, prédio, krítiko, próprio.
Com este adotaran é que vai tudo por água abaixo!:
Tudo iso porkê? Tudo devido a uma tal "ortografia etimolójika" ke andava em moda na Fransa no fin do sékulo pasado e ke os portugezes adotaran ao fazer sua reforma ortográfika en 1911. A mesma ortografia ke, kon pekenas modifikasões, foi adotada pelo Brazil en 1945 e uzamos oje.
Obs.: Esta proposta foi apresentada no Congresso Brasileiro de Lingüística e Literatura, na SUAM, 1985, Rio de Janeiro, RJ - Brasil.
Prof. Manoel Moacir Sisccati
ALARP – Academia de Letras e Artes de Ribeirão Preto, Delegado de Esperanto
"Lógica e regular" não sei mas que facilitaria a vida aos professores primários digo, do primeiro ciclo, isso de certeza!
Entretanto continua-se a falar como manda a lei:
Tuesday, January 16, 2007
O preço certo em vidas humanas
Tudo tem um preço neste mundo cruel.
Para nos podermos deslocar no conforto dos carros precisamos de sacrificar (ao monstro dos carros) 3 pessoas por dia. (E há pessoas que acham estranhas as histórias mitológicas de monstros assassinos...)
§ Se fosse necessário nomear quem seriam as vítimas diárias teríamos de optar por não ter carros. Em que mundo viveríamos se não existisse a arbitrariedade?
Se eu tivesse de escolher entre a Internet e os carros ver-me-ía compelido a escolher a Internet. (Como a raposa, os carros sabem muitas coisas mas, como o ouriço, a Internet sabe uma grande coisa.)
Por isso não cessam de me espantar os que pela pornografia, pelos vírus, fraudes e spam, pelo achincalhar público de anónimos, pelo irrisório preço proporcional que a Internet nos cobra, enfim, parecem determinados a considerá-la incomportável.
Chamo-lhes fascistóides (para não lhes chamar idiotas).
Se quisermos exterminar os monstros que nos cobram demasiado a Internet fica bem no fundo da lista. Na verdade, se pensarem bem, vem depois do bom velho e simples telefone - na Internet para sermos incomodados temos de 'trabalhar' bastante.
Para nos podermos deslocar no conforto dos carros precisamos de sacrificar (ao monstro dos carros) 3 pessoas por dia. (E há pessoas que acham estranhas as histórias mitológicas de monstros assassinos...)
§ Se fosse necessário nomear quem seriam as vítimas diárias teríamos de optar por não ter carros. Em que mundo viveríamos se não existisse a arbitrariedade?
Se eu tivesse de escolher entre a Internet e os carros ver-me-ía compelido a escolher a Internet. (Como a raposa, os carros sabem muitas coisas mas, como o ouriço, a Internet sabe uma grande coisa.)
Por isso não cessam de me espantar os que pela pornografia, pelos vírus, fraudes e spam, pelo achincalhar público de anónimos, pelo irrisório preço proporcional que a Internet nos cobra, enfim, parecem determinados a considerá-la incomportável.
Chamo-lhes fascistóides (para não lhes chamar idiotas).
Se quisermos exterminar os monstros que nos cobram demasiado a Internet fica bem no fundo da lista. Na verdade, se pensarem bem, vem depois do bom velho e simples telefone - na Internet para sermos incomodados temos de 'trabalhar' bastante.
Monday, January 15, 2007
Contas de Fevereiro
Contas de Fevereiro.
Expressão inventada agora mesmo por mim que se serve para referir situações de contas incertas: umas vezes um valor outras vezes outro.
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