sábado, março 31, 2007

Sem valores

Há que ler isto.

A velha decadente, a podre Europa (sim, isto é geral. Não é só cá.) que já não sabe nada, que já perdeu tudo, abandonada a uma fastidiada indolência.
Que estranha e inadequada reacção à história: opressão, Inquisição, ditaduras; era de esperar um pouco mais de valorização da Justiça, não?

Proverbial: Quanto mais conheço os europeus mais gosto dos americanos.

Comentário anedótico de descompressão: Chegou ao ponto de até os advogados terem razão de queixa, sendo "razão" a palavra-chave!

Wang Guiying

O documentário premiado "Cutting through" - Winner Magnolia Judging Committee Special Award for Humanity Documentary in the 9th Shanghai Television Festival in 2002 e Best Documentary in Mip Asia 2001. Directed by: Zhang Weijie, Ma Kaizhen, Fan Jingqiu. 62 minutes - (acabou agora mesmo na RTP 2) conta uma história cruelmente maravilhosa (e demasiado profunda para apenas comentar. Por isso fica só a anotação.)

quinta-feira, março 29, 2007

E do Espírito Santo

Pediram-me n.º de BI e isto e aquilo e NOME DO PAI? para poder continuar a aceder a umas minhas páginas lá da faculdade. O atávico rapazola já devia andar em treinos prà Queima e estava com certeza a ressacar.
Não lhe mandei nome do pai nenhum, um raio que o parta, ao parolo.

(O 'problema' acabou por resolver-se com normalidade apesar de eu estar a contar com insistência, em tal conta os tenho).

Uma vez, foi verdade, um turista americano, já velhote, foi à polícia (em Chaves, se querem saber) porque tinha perdido a carteira. O polícia começou logo (não, não foi a procurar a carteira) a 'preencher a ficha' - modelo A346/34 de 1922!
Pergunta para aqui, pergunta para ali, "- Nome do pai?".
Ainda hoje o camone não sabe como não lhe deu um treco do esforço que fez para manter a compostura durante a sua vã tentativa de tentar entender o porquê da pergunta (há que tempos que o pai dele já tinha morrido!) e ainda hoje, cada vez que passam por um criado português se riem uma vez mais da anedótica situação e suspiram aliviados por ver que existe alguma justiça no mundo.

Simplex?! Nos neurónios.

Melody

Sting, que é de certeza extraterrestre e tem um QI de pelo menos 240, tem um 'toque' inconfundível. Às vezes forçado, às vezes muito fixe.

http://www.youtube.com/watch?v=6FAD3GmlB1c

quarta-feira, março 28, 2007

Faculdade de Letras

Bem-vindo escreve-se com hífen.
Diz que querem pôr a UP na lista das 100 melhores da Europa. Das 100, não é das 10. Da Europa, não é do mundo.
Bom, é um começo.Faculdade de lerdos da Universidade do Porto

41 %

De manhã enquanto me calçava ouvi na TSF que a camarada Odete tinha andado a mostrar o sutiã, exaltada que tinha ficado com o resultado d' Os Grandes Portugueses.
"Ora aí está uma visão que dispenso!" - pensei - e fui logo ver na Internet o stream do programa.
Nada: andou à bofetada ao microfone, coitado que não tinha culpa, e via-se uma mancha preta no meio da camisa. Eu sei lá se era o sutiã, o elástico das cuecas ou uma nódoa reveladora de alguma patanisca que porventura lhe tenha apetecido previamente?

Fazendo uso dessa lusitaníssima instituição - que o MEC tão bem caracterizou num dos seus inteligentes artigos - que é o "já agora", não me calo sem dizer alguma coisa acerca do programa. (às vezes os meus posts não têm a palavra "acerca" mas isso há-de mudar!).
O melhor foi a História de Portugal em 7 min e 17 s. Mesmo assim ficou o caldo entornado pelo final em mau português: ".....que um dia tu também podes ser um grande português." Não está bem. ("Um dia tu também poderás ser"). Claro que assim se tem a certeza que todos os portugueses, os jovens em particular, entenderam. O mesmo não se poderia dizer se a frase fizesse uso da estranha e complicada "poderás".

Os que pensam que o resultado é uma forma de protesto (uma teoria romântica que muitos defenderam apenas por se tratar de uma saída fácil) ou estão enganados, ou são maquiavélicos como os algozes da Inquisição que enrolavam até não haver maneira. Bem, no mínimo estão a insultar as pessoas, se é que a palavra se adequa e isso até não seja de louvar, que votaram porque quiseram (que foram exactamente todas as 78 000 ou assim) no dito cujo. Algumas, muito poucas, fizeram isso. Mas nem Sócrates se importa ou acusa o toque nem foi uma boa ideia.

Sobre o Infante, e apesar do recente livro do australiano que conta que os portugueses até da Austrália sabiam, continuam a acertar ao lado. Que era corajoso, no sentido de audaz comando a gritar "Gerónimo" perante o perigoso desconhecido, que não sabia onde se estava a meter, e tal. Vê-se bem a falta de espírito científico - que é tanta que nem sequer permite reconhecer espírito científico. O Infante era metódico e estava preparado. Tinha mapas, tinha técnicos e tinha, sobretudo, a qualidade que sempre foi a distinção mais marcante na história da humanidade: a consciência das possibilidades. Visão.
O Infante tinha a pretensão de fazer as coisas bem feitas (o seu lema era "Talent de bien faire") e desprezava todas essas qualidades primárias que lhe apontam. Em Portugal isso é um grande defeito, como o sei bem, porque se aprecia apenas a autoconfiança desmesurada coisa que só se pode encontrar em ignorantes.

Mencionou-se que o fiasco do programa (acabou por ser uma invocação do retrógado ditador e não era nada disso que eles queriam) tem justificação no falhanço da Educação. Certo. (Nunca tivemos governante mais inconsequente que Guterres que tinha a infantilidade de acreditar nas pessoas, que nunca fizeram nada do que ele 'propôs', claro. Por cá tem de se mandar, bem alto e com chibata na mão.)

Gostei foi de ver confirmada uma das minhas ideias. A verdadeira força continua a ser a 'tribo', o 'grupo', o partido, a 'família', capice? Salazar tem os seus, Cunhal tem os seus e os amigos de Aristides jamais o deixarão esquecer - não, não foram pessoas que se deixaram tocar pelo seu feito que votaram nele, foram os da sua tribo adoptante. Daí já ser grande a diferença de votos.
Quem não tem grupo bem definido, népia.
A excepção é D. Afonso Henriques que sem grupo específico teve votação muito próxima de Aristides. Se excluirmos, então, os votos tendenciosos, é ele o vencedor.



Darwin quando esteve no Brasil viu os portugueses: "os diminutos portugueses com os seus semblantes assassinos".

Book: Darwin, Francis ed. 1887. The life and letters of Charles Darwin, including an autobiographical chapter. vol. 1. London: John Murray. F1452.1

"I never saw any of the diminutive Portuguese, with their murderous countenances, without almost wishing for Brazil to follow the example of Hayti;"

PS: Esquecia-me. Falaram também no marquês e nas ruas 'paralelas' ou 'geométricas' ou lá o que foi. A grande engenharia, meus senhores, está na orientação das ruas. O próximo tsunami terá espaço para entrar e ir dissipando a sua energia mortífera. Tá?

domingo, março 25, 2007

Milhões e milhões de metros de profundidade

No livro "Caminhar - leituras", 4º ano, Ed. Gailivro, 2003 (ou melhor: ISBN 972-8473-00-1) de António Mota, pode ler-se, na página 38, que o número de vítimas do terramoto de Lisboa foi, segundo as melhores estimativas, 12 mil.
Estão a ver? Onde menos se espera, encontra-se boa informação. E esta não só é boa como é rara.
Em qualquer lado dizem o que lhes apetece (é raro encontrar alguém que tenha a noção dos números) e é vulgar ver como número de vítimas, por exemplo, 100 mil. Pelas minhas contas chego a 176 mil habitantes em Lisboa em 1755 (número que me parece até um pouco exagerado e que encaro como "no máximo" mas ainda assim muito longe dos 275 mil que se lêem para aí - nem o Porto, hoje, os tem! Tem 260 mil). O terramoto foi grande, o tsunami enorme e os incêndios duraram quase uma semana mas não morreram 100 mil pessoas. É preciso ter uma ideia do que são 100 mil pessoas.


*: O título refere-se a uma descrição que me fizeram do lago da Sanabria, há muito, muito tempo. A profundidade máxima é de 51 m e a profundidade média de 35 m. Estes números são 'grandes'.
A profundidade máxima nos oceanos, na Fossa das Marianas, é de 10 924 m.

sexta-feira, março 23, 2007

quarta-feira, março 21, 2007

Instituto Nacional dos Engana-burros

Já aqui dei a entender o que penso do INE.
Agora acabei de ouvir o doutor Louçã a citar uma boa prova de que é verdade a palhaçada. Diz o INE num relatório: "O indicador piorou mas mostra sinais de melhorias".
Compreende-se que estejam agradecidos a quem, por milagre, lhes permite a existência mas não é preciso andarem tão desesperados.
O INE não se pode extinguir, ao contrário de dezenas de outros Institutos do tacho que há e que ninguém, não é conhece, é sequer suspeita da sua existência. Mas pode limpar-se. Com lixívia, por favor.
Enfim, não só não sabem nada de Estatística como nem sequer sabem falar.


E agora a sério: a Democracia é bem misteriosa! Como se explica que os povos aceitem impostos sobre o consumo? Pensem lá bem e vejam se não é extraordinário conseguir tal barbaridade pacificamente.

segunda-feira, março 19, 2007

Apocalíptica

Consegui, após muitas horas de esforçada trabalheira, assassinar o meu PC.
Alguém têm para aí um motherboard para Pentium III, PGA 370...? (Se bem que desconfio que foi o próprio processador a dar o berro.)
Vou meter uns dias de baixa.

sexta-feira, março 16, 2007

Geração 25

Apetece-lhes ficar assustados e o Fantasporto já acabou? Leiam este pedaço de realidade portuguesa: Tralapraki: Hoje deu-me pra isto (ou o regresso à barrica)#links

(Portugal em 1977: www.bocc.ubi.pt/pag/cunha-isabel-ferin-revolucao-gabriela.pdf )

Mallgarve

Este Governo desconcerta-me de tal modo que fico sem palavras.

E acerca dos resultados da Saúde: conheço duas meninas, de 2 e 6, que vivem no meio do Porto (no meio do Porto. Não é no meio da serra...) e não têm médico de família.
Eu também não, claro, mas eu nunca tive e não estranho.

Quero dizer: algo não bate certo nestes ministros.

Presunções

Os blogs podem apagar-se; os posts podem apagar-se; os comentários podem, já estão a ver, apagar-se. (http://help.blogger.com/bin/answer.py?answer=42398&query=deleting&topic=&type=f)
Quem tem a "aprovação prévia" dos comentários activada sofre de um excesso. E é, logicamente, permeável à ideia de Censura.libertinagem
Alguns querem guiar os desgraçadinhos dos utilizadores (ver "Contaminados") outros devem querer protegê-los de ler alguma caralhada ou assim (já que eles próprios, emocionalmente mais robustos e preparados, sempre a lerão) antes de terem tempo de apagar alguma dessas mitológicas eventuais libertinagens.
Fôôô da se! (à Porto).

Bem-vindo

Pagamos e não bufamos mas "bem-vindo" também está errado.

segunda-feira, março 12, 2007

Parecenças

Mamarracho da música X Noah's arc

Pardais

Os felizes pardais estão a descobrir um novo nicho: as estações do Metro do Porto.
O pioneiro foi o da Trindade. Perito, atrevido, determinado, encantador. Agora na Carolina Michaelis, outros que provavelmente ali nasceram e se calhar mal deram conta do mundo lá fora.
Como se diz por aqui: são demais! (quer dizer: são fantásticos.)

domingo, março 11, 2007

Libertinagem na Rede

Claro que se trata de uma ideia falaciosa: para utilizar a Internet além de alguns neurónios a funcionar é preciso ter, até, certas propensões comunitárias...

DVD-RW

Não tinha a velha com que se apoquentar e comprou um leitão.

quarta-feira, março 07, 2007

Contaminados

Metropolis; Fritz LAngA fascitonite crónica em Portugal se não é geral há-de ser pelo menos largamente maioritária. Novos e velhos, maus e bons, católicos e agnósticos, ricos e pobres, doutores e analfabetos, todos exibem idiossincraticamente os sintomas da terrífica moléstia.
Talvez alguém crie um blogue de recolha das manifestações sintomáticas; era bom.
Deixo este exemplo, tirado da revista Única de 24 de Fevereiro de 2007. A inocente vítima é o inegavelmente bom, o que piora a coisa, José Alberto Carvalho:

"Afinal alguém tem de guiar os "utilizadores" pela selva de informações perigosas que nos rodeia"

Be afraid. Be very afraid.
(I know I am)


For manipulation to be most effective, evidence of its presence should be nonexistent... It is essential, therefore, that people who are manipulated believe in the neutrality of their key social institutions.
Herbert Schiller

segunda-feira, março 05, 2007

Bonobos

massagem genital medicinal
Não será com certeza a maior descoberta médica mas...

In this day in history

5 de Março de 1815 : Innovator of hypnotism diesmulherio com falta de sexo.

Franz Anton Mesmer, a German physician who pioneered the medical field of hypnotic therapy, dies in obscurity in Meersburg, Swabia (now Germany).
(Born in 1734)


Mesmer deve ter muitas boas histórias mas a que mais me agrada é a da comissão (onde se incluía Lavoisier, o melhor cérebro que a França alguma vez produziu) que foi criada para decidir da veracidade dos alegados poderes do magnetismo animal:

In 1784, King Louis XVI appointed a committee of physicians and scientists to investigate his work; among the commission's members were the American statesman and inventor Benjamin Franklin and the French chemist Antoine-Laurent Lavoisier.
The commission reported that Mesmer was unable to support his scientific claims, and his practice subsequently declined. In 1778, he left Paris and retired to obscurity in his native Swabia.

A história interessante é, claro, o que a comissão científica decidiu fazer, e como o fez.

The Royal Commission based their investigation on the fol-
lowing premise: “Animal Magnetism can exist without being
useful, but it cannot be useful if it does not exist”.

The presence of a magnetic force was quickly dismissed using an elec-
trometer. They also conducted several clever, blinded experi-
ments testing the therapeutic effect of various concealed objects
that were “magnetized” by D’Eslon. Any treatment effects or
cures were ascribed either to imagination, psychological causes
or fraud.


In: http://www.utmj.org/issues/83.2/anton.pdf

A inteligência é muito bonita.

Bonobos

massagem genital medicinal
Não será com certeza a maior descoberta médica mas...

Droga

Bosch; The last judgementOs toxicodependentes 'incuráveis' podem ter um papel importante nos planos de prevenção.
Podem fazer um trabalho eficaz dando os seus testemunhos vivos.
Não dizem que uma imagem vale mais que 1000 palavras? Pois então quanto não vale uma imagem viva?
Há que contrapôr um inferno ao paraíso que as drogas parecem oferecer. Filmes, panfletos e palavreado ameaçador não chegam para igualar os pratos da balança. (As ameaças, às vezes, até geram curiosidade mórbida. Não é disso que vivem os filmes de terror?)
Esse quid pro quo seria uma oferta de verdadeira dignidade que talvez resulte bem para todos.

In this day in history

5 de Março de 1815 : Innovator of hypnotism diesmulherio com falta de sexo.

Franz Anton Mesmer, a German physician who pioneered the medical field of hypnotic therapy, dies in obscurity in Meersburg, Swabia (now Germany).
(Born in 1734)


Mesmer deve ter muitas boas histórias mas a que mais me agrada é a da comissão (onde se incluía Lavoisier, o melhor cérebro que a França alguma vez produziu) que foi criada para decidir da veracidade dos alegados poderes do magnetismo animal:

In 1784, King Louis XVI appointed a committee of physicians and scientists to investigate his work; among the commission's members were the American statesman and inventor Benjamin Franklin and the French chemist Antoine-Laurent Lavoisier.
The commission reported that Mesmer was unable to support his scientific claims, and his practice subsequently declined. In 1778, he left Paris and retired to obscurity in his native Swabia.

A história interessante é, claro, o que a comissão científica decidiu fazer, e como o fez.

The Royal Commission based their investigation on the fol-
lowing premise: “Animal Magnetism can exist without being
useful, but it cannot be useful if it does not exist”.

The presence of a magnetic force was quickly dismissed using an elec-
trometer. They also conducted several clever, blinded experi-
ments testing the therapeutic effect of various concealed objects
that were “magnetized” by D’Eslon. Any treatment effects or
cures were ascribed either to imagination, psychological causes
or fraud.


In: http://www.utmj.org/issues/83.2/anton.pdf

A inteligência é muito bonita.

Cinco vocábulos oxítonos, digo, palavras agudas

atuns
feroz
inox
anel
fazer

Vou fazer um anel em inox para um atum feroz.

Há buereré.

Inquiriu? Respondi.

oxítona=aguda
paroxítona=grave
proparoxítona= esdrúxula

Unbreakable

BruceRead this:
http://fyad.org/lfan

Bebé de 3 anos derrota tudo quanto é bicharoco mortal.

Uma ideia para um guião de um filme de ficção: A seguir à pandemia de 2028 o recomeço da humanidade com 10 000 destes resistentes espalhados pelo globo (intacto). Como decidem reconstruir? Países, religiões, leis, guerras e ódios... ... ...

domingo, março 04, 2007

1 GHz

Windows Vista® : há qualquer coisa de errado na filosofia dum sistema operativo que necessita de tais "system requirements".
Usar tais potencialidades para ouvir uma musiquelha em mp3, escrever umas folhas e usar a Internet acaba por ser um pouco decepcionante. Uma espécie de pirâmide do egipto, quando tudo o que é preciso são sete palmos de terra.
Penso sempre nos kilobytes (cento e poucos, no total) que foram suficientes para levar a Apollo à lua (não sem bronca! [http://www.abc.net.au/science/moon/computer.htm]).

Esse problema acabou bem:

"Bales told the mission controller that the error could be ignored. The same error repeated itself several times in the following minutes, but did not stop the Eagle from landing.
For making the decision to continue, Bales received the US Medal of Freedom along with the three Apollo astronauts. "


Agora vejamos o que aconteceu a um verdadeiro herói mas na URSS:
"In the end, the Soviet military did not reward or honor Stanislav Petrov for his actions. It did not punish him either. But his once promising military career had come to an end. He was reassigned to a less sensitive position and soon was retired from the military. He went on to live his life in Russia as a pensioner"
[http://www.brightstarsound.com/world_hero/article.html]


Quem não conhecer a história vai gostar.
Em brasileiro, aqui: http://www.russianet.com.br/artigo-3829.html



sexta-feira, março 02, 2007

E951

A nova lei anti-tabaco está baseada em áreas, metros quadrados, e no omnipresente "proibido".Isto é tudo do tabaco
Trinta metros quadrados para aqui, cem metros quadrados para ali... Não há dúvida que somos governados por idiotas e mostro aqui ao lado uma área de 560 000 000 m2 onde fumar pode ser, de facto, a última gota, para justificar a injúria.
As leis anti-tabaco (de todos os venenos a que estamos sujeitos, escolher o tabaco como alvo principal, não só é falacioso e conspirativo como também e sobretudo demagógico e irresponsável. Mas adiante que sem os mitos ninguém sabe o que o populacho faria.) têm de ser baseadas na intenção (supostamente pretendida) de não incomodar terceiros. O que afecta é o fumo, logo é o fumo que deve ser retirado (não os fumadores). A solução não é difícil, até cria emprego e diz-se numa palavra: exaustores.
Deve poder fumar-se em todos os locais onde esse acto de liberdade pessoal constitucionalizada não prejudique terceiros.
A solução (exaustores apropriados) deve ser deixada ao engenho de cada um.
O estado nem deve, e idealmente nem poderia, meter-se nisso. O Estado só tem de verificar que assim é.

Boot fear

O meu PC sofre de originalite: cada vez que o ligo, o resultado é, sempre surpreendentemente, diferente.
É por essas e por outras que lhe pus o nome de "Escravo irascível".