Friday, February 20, 2009
Tuesday, February 17, 2009
Annoying alert
Conseguir calar a barra de alerta no IE "As suas definições de segurança...." não é fácil, mas consegue-se:
Monday, February 16, 2009
A baía dos piratas
Está em julgamento, na Suécia, o caso Pirate Bay.
São imputados aos 4 arguidos milhões de prejuízo. É falso. O peer to peer não só não dá prejuízo a ninguém como traz o benefício da propaganda e do seguimento em tempo real das opiniões e hábitos dos consumidores. Isto, por si só, vale milhões.
O peer to peer é como o formato MP: não prejudica uma só venda; pelo contrário, exacerba a vontade de comprar o original.
Só usa o este tipo de sucedâneos quem não pode mesmo comprá-lo. Não me parece difícil de ver que entre alguém andar a ouvir um mp3 ou um filme cheio de sombras de cabeças ou esse alguém, porque não pode, não ouvir nem ver nada - até se esquecer e acabar por deixar morrer os seus desejos dessas coisas - será melhor deixá-lo ir ouvindo porque é isso que mantém a vontade de consumir (e, claro, acabará por acontecer que o tempo passa depressa e o puto teso de hoje é o ricaço de amanhã).
Este caso é muito importante.
Produto do Ano 2008

Nos 'hipers': ~ 16 €
Em promoção na Rádio popular (Shoping Mar): ~ 14 €
Sunday, February 15, 2009
Saturday, February 14, 2009
Friday, February 13, 2009
Capilaridade
Tendo acabado de mudar a fonte de alimentação do PC ocorre-me, assim, do nada, como é costume, o segundo pensamento profundo sobre a capilaridade.(O primeiro é acerca das águas subterrâneas e a enorme importância que este mecanismo tem na dinâmica da água - e não se encontra em lado nenhum a mais leve alusão a ele)
A capilaridade representa por si só a materialização do impossível moto perpetuo.
Thursday, February 12, 2009
Vinyl
A única razão para o suposto regresso dos discos de vinil (as vendas continuam a aumentar e finalmente os editores deram conta) é o miserável design dos CD's, em particular a merda da caixa.
A opção pelo vinil - tirando os doentes que sofrem de nostalgia - é pela negativa: estando a esgotar-se a paciência de aturar CD's resta o vinil como única alternativa.
O "tamanho", sendo secundário, é o segundo na lista. (Boa aliteração, hein? :-)
Não quererem sentir-se marginais, a terceira.
Soluções, explicações pormenorizadas e o resto da lista, só pagando-me.
Wednesday, February 11, 2009
Damas s&m cavalheiros
O comportamento dos portugas no jogo Damas na Internet é animalesco e assustador.
Tuesday, February 10, 2009
Genus specie
Birds
3rd edition of The ’Howard and Moore’ Complete Checklist of the Birds of the World, which covers avian taxonomy from family level to subspecies.
University of Michigan Bird Division
Reptiles
Other vertebrates
AmphibiaWeb and
& Hickman, Roberts, and Larson 2003
41 % (2ª Ed.)
[28/03/2007]De manhã, enquanto me calçava, ouvi na TSF que a camarada Odete tinha andado a mostrar o sutiã - exaltada que tinha ficado com o resultado d' Os Grandes Portugueses.
"Ora aí está uma visão que dispenso!" - pensei - e fui logo ver na Internet o stream do programa.
Nada.
Andou à bofetada ao microfone, coitado que não tinha culpa, e via-se uma mancha preta no meio da camisa.
Eu sei lá se era o sutiã, o elástico das cuecas ou uma nódoa reveladora de alguma patanisca que, porventura, lhe tenha apetecido previamente?
---
Fazendo uso dessa lusitaníssima instituição - que o MEC tão bem caracterizou num dos seus inteligentes artigos - que é o "já agora", não me calo sem dizer alguma coisa acerca do programa. (Às vezes os meus posts não têm a palavra "acerca", mas isso há de mudar!).
O melhor foi a História de Portugal em 7 min e 17 s. Mesmo assim ficou o caldo entornado pelo final em mau português: ".....que um dia tu também podes ser um grande português." Não está bem. ("Um dia, também tu poderás vir a ser ser um grande português."). Claro que assim se tem a certeza que todos os portugueses, os jovens em particular, entenderam. O mesmo não se poderia dizer se a frase fizesse uso da estranha e complicada palavra "poderás".
Os que pensam que o resultado é uma forma de protesto (uma teoria romântica que muitos defenderam apenas por se tratar de uma saída fácil) ou estão enganados, ou são maquiavélicos como os algozes da Inquisição que enrolavam até não haver maneira ou mais nada. Bem, no mínimo estão a insultar, se é que a palavra se adequa, e isso até não seja de louvar, as pessoas que votaram porque quiseram (que foram exactamente todas as 78 000 ou assim) no dito cujo. Algumas, muito poucas, terão, eventualmente, usado o voto como protesto. Mas nem Sócrates se importa ou acusa o toque, nem foi uma boa ideia.
Sobre o Infante, e apesar do recente livro do australiano que conta que os portugueses até da Austrália sabiam, continuam a acertar ao lado. Que era corajoso, no sentido de audaz comando a gritar "Gerónimo" perante o perigoso desconhecido, que não sabia onde se estava a meter, e tal. Vê-se bem a falta de espírito científico - que é tanta que nem sequer permite reconhecer espírito científico.
O Infante era metódico e estava preparado. Tinha mapas, tinha técnicos e tinha, sobretudo, a qualidade que sempre foi a distinção mais marcante na história da humanidade: a consciência das possibilidades. Tinha visão.
O Infante tinha a pretensão de fazer as coisas bem feitas (o seu lema era "Talent de bien faire") e desprezava todas essas qualidades primárias que lhe apontam. Em Portugal isso é um grande defeito, como o sei bem, porque se aprecia apenas a autoconfiança desmesurada - coisa que só se pode encontrar em ignorantes.
Mencionou-se que o fiasco do programa (acabou por ser uma invocação do retrógado ditador e não era nada disso que eles queriam) tem justificação no falhanço da Educação. Certo. (Nunca tivemos governante mais inconsequente que Guterres que tinha a infantilidade de acreditar nas pessoas - que nunca fizeram nada do que ele 'propôs', claro. Por cá tem de se mandar, bem alto e com chibata na mão.)
Gostei foi de ver confirmada uma das minhas ideias. A verdadeira força continua a ser a 'tribo', o 'grupo', o partido, a 'família', capice? Salazar tem os seus, Cunhal tem os seus e os amigos de Aristides jamais o deixarão esquecer - não, não foram pessoas que se deixaram tocar pelo seu feito que votaram nele, foram os da sua tribo adoptante. Daí já ser grande a diferença de votos.
Quem não tem grupo bem definido, népia.
A excepção é D. Afonso Henriques que sem grupo específico teve votação muito próxima de Aristides. Se excluirmos, então, os votos tendenciosos, é ele o vencedor.
---
Darwin quando esteve no Brasil viu os portugueses: "os diminutos portugueses com os seus semblantes assassinos".
Book: Darwin, Francis ed. 1887. The life and letters of Charles Darwin, including an autobiographical chapter. vol. 1. London: John Murray. F1452.1
"I never saw any of the diminutive Portuguese, with their murderous countenances, without almost wishing for Brazil to follow the example of Hayti;"
PS: Esquecia-me. Falaram também no marquês e nas ruas 'paralelas' ou 'geométricas' ou lá o que foi. A grande engenharia, meus senhores, está na orientação das ruas. O próximo tsunami terá espaço para entrar e ir dissipando a sua energia mortífera. Tá?
"Ora aí está uma visão que dispenso!" - pensei - e fui logo ver na Internet o stream do programa.
Nada.
Andou à bofetada ao microfone, coitado que não tinha culpa, e via-se uma mancha preta no meio da camisa.
Eu sei lá se era o sutiã, o elástico das cuecas ou uma nódoa reveladora de alguma patanisca que, porventura, lhe tenha apetecido previamente?
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Fazendo uso dessa lusitaníssima instituição - que o MEC tão bem caracterizou num dos seus inteligentes artigos - que é o "já agora", não me calo sem dizer alguma coisa acerca do programa. (Às vezes os meus posts não têm a palavra "acerca", mas isso há de mudar!).
O melhor foi a História de Portugal em 7 min e 17 s. Mesmo assim ficou o caldo entornado pelo final em mau português: ".....que um dia tu também podes ser um grande português." Não está bem. ("Um dia, também tu poderás vir a ser ser um grande português."). Claro que assim se tem a certeza que todos os portugueses, os jovens em particular, entenderam. O mesmo não se poderia dizer se a frase fizesse uso da estranha e complicada palavra "poderás".
Os que pensam que o resultado é uma forma de protesto (uma teoria romântica que muitos defenderam apenas por se tratar de uma saída fácil) ou estão enganados, ou são maquiavélicos como os algozes da Inquisição que enrolavam até não haver maneira ou mais nada. Bem, no mínimo estão a insultar, se é que a palavra se adequa, e isso até não seja de louvar, as pessoas que votaram porque quiseram (que foram exactamente todas as 78 000 ou assim) no dito cujo. Algumas, muito poucas, terão, eventualmente, usado o voto como protesto. Mas nem Sócrates se importa ou acusa o toque, nem foi uma boa ideia.
Sobre o Infante, e apesar do recente livro do australiano que conta que os portugueses até da Austrália sabiam, continuam a acertar ao lado. Que era corajoso, no sentido de audaz comando a gritar "Gerónimo" perante o perigoso desconhecido, que não sabia onde se estava a meter, e tal. Vê-se bem a falta de espírito científico - que é tanta que nem sequer permite reconhecer espírito científico.
O Infante era metódico e estava preparado. Tinha mapas, tinha técnicos e tinha, sobretudo, a qualidade que sempre foi a distinção mais marcante na história da humanidade: a consciência das possibilidades. Tinha visão.
O Infante tinha a pretensão de fazer as coisas bem feitas (o seu lema era "Talent de bien faire") e desprezava todas essas qualidades primárias que lhe apontam. Em Portugal isso é um grande defeito, como o sei bem, porque se aprecia apenas a autoconfiança desmesurada - coisa que só se pode encontrar em ignorantes.
Mencionou-se que o fiasco do programa (acabou por ser uma invocação do retrógado ditador e não era nada disso que eles queriam) tem justificação no falhanço da Educação. Certo. (Nunca tivemos governante mais inconsequente que Guterres que tinha a infantilidade de acreditar nas pessoas - que nunca fizeram nada do que ele 'propôs', claro. Por cá tem de se mandar, bem alto e com chibata na mão.)
Gostei foi de ver confirmada uma das minhas ideias. A verdadeira força continua a ser a 'tribo', o 'grupo', o partido, a 'família', capice? Salazar tem os seus, Cunhal tem os seus e os amigos de Aristides jamais o deixarão esquecer - não, não foram pessoas que se deixaram tocar pelo seu feito que votaram nele, foram os da sua tribo adoptante. Daí já ser grande a diferença de votos.
Quem não tem grupo bem definido, népia.
A excepção é D. Afonso Henriques que sem grupo específico teve votação muito próxima de Aristides. Se excluirmos, então, os votos tendenciosos, é ele o vencedor.
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Darwin quando esteve no Brasil viu os portugueses: "os diminutos portugueses com os seus semblantes assassinos".
Book: Darwin, Francis ed. 1887. The life and letters of Charles Darwin, including an autobiographical chapter. vol. 1. London: John Murray. F1452.1
"I never saw any of the diminutive Portuguese, with their murderous countenances, without almost wishing for Brazil to follow the example of Hayti;"
PS: Esquecia-me. Falaram também no marquês e nas ruas 'paralelas' ou 'geométricas' ou lá o que foi. A grande engenharia, meus senhores, está na orientação das ruas. O próximo tsunami terá espaço para entrar e ir dissipando a sua energia mortífera. Tá?
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