Thursday, November 30, 2006

Destaque

Destak Porto 30 Novembro 2006:

"45 % dos portugueses morrem sem dignidade"



Antes de mais note-se que é mesmo necessário subentender que se está a falar não "dos portugueses" mas sim "dos portugueses que morrem".

Depois há que dizer que isso não é bom (seja lá o que for que se entenda por morrer com dignidade) mas pior é que 45 % dos portugueses vivem sem dignidade.
E desta vez sem subentendidos.

Bem-vindo

Não sabem escrever bem-vindo.
DGIDC

Wednesday, November 29, 2006

Reduzir

Há muitas coisas que é necessário reduzir em Portugal. O número de funcionários públicos, o número, não é decididamente uma delas.

Tuesday, November 28, 2006

“nomes uniformes de género epiceno"

A nova era da mediocridade: arrogância e presunção

Andam a recolher assinaturas contra a implementação da TLEBS. (Quem quiser: tlebs300@gmail.com)
Eu não o vou fazer: Não é necessário porque a TLEBS é um nado-morto e já gasto a minha cota de inutilidades neste blogue.

A lista de génios colaborantes está aqui:
http://www.dgidc.min-edu.pt/TLEBS/CDMateriaisDidacticos/trabalhos/Lista%20de%20docentes.doc
(convém manter uma distância mínima de segurança destas pessoas: estão armadas (em boas) e são perigosas.)

Tlebs (download):
http://www.dgidc.min-edu.pt/public/pbptg_tling.asp
(aviso: é natural que nunca mais veja o seu PC a funcionar)

As pessoas que amam a língua e tentam esforçadamente usá-la da melhor maneira, que não são muitas, ver-se-íam assim de um momento para o outro, sem um dos seus mais estimados conhecimentos, e tudo por causa de uma feiarrona arrogante e meia dúzia de simplórios.
Este trabalho tem de ser feito por quem sabe (não por quem quer só porque pode) e é essencial que exsude uma arquictetura funcional e acolhedora. Para exibicionismo arrogante já basta a casa da música (o edifício).
Os alunos do ensino básico e secundário precisam de muitas coisas mas já estão suficientemente analfabetizados, não é necessário que o TLEBS venha colaborar nesse campo. Obrigadinho.

Saturday, November 25, 2006

This is not

http://www.portugaldiario.iol.pt/noticia.php?id=730035
A defesa de Carlos Silvino requereu ao tribunal que está a julgar o processo «Casa Pia» que chame José Sócrates a depor em julgamento.

«Num Estado de direito democrático ninguém está acima da lei», justificou o causídico
.


Indeferido: A justificação alegada não se aplica.

Thursday, November 23, 2006

Wednesday, November 22, 2006

Bussiness proposition

Parece que vão gastar 2 milhões de euros, vá, que sejam 5 ou 6, para aferir da qualidade do ensino superior.
Não é necessário, está aqui: O ensino superior é uma merda. Pronto, já sabem; podem gastar o dinheiro noutra coisa.
(Os ministros não andaram lá?! Para que perguntam?!)

Marqueteste

Quando comprei este serviço de acesso à Internet, fiz uma página para experimentar. Um slideshow com meia dúzia de fotos. Meti para lá um contador de visitas e esqueci-me dela.
Hoje calhou ir lá ver. Folgo em saber que tem muitas mais visitas que este blogue.

A pitinha põe o ovo (tradicional infantil)

http://alhosvedrosaopoder.blogspot.com/2006/11/chicken-charles-agora-no-avp.html

http://sobraldesaomiguel.blogspot.com/2006/11/caso-chicken-charles.html

Tuesday, November 21, 2006

Viriato

***Liberdade de Expressão***


Julgamento do blog “Chicken Charles: o anti-herói"

Decorreu hoje no Tribunal da Covilhã a segunda sessão do julgamento sobre o blogue “Chicken Charles – o anti herói”. Um processo que chegou aos tribunais depois de uma queixa por difamação apresentada por Carlos Pinto, presidente da Câmara da Covilhã, contra o alegado autor de um blogue. Nesta sessão foram ouvidas as restantes testemunhas de defesa. Este processo continua agora a 13 de Dezembro com a inquirição da última testemunha de acusação.


Escusado será dizer que não é indicado, por medo, digo, por distracção, o endereço da obra criativa.

Mas aqui é: http://www.noticiasdacovilha.pt/

Olhem lá a grande coisa: http://covilhas.blogspot.com/

O senhor presidente já se queixa de problemas de saúde e tudo.
Eu não estou melhor: com esta história ainda acabo com bómitos de monelhos de cavelo. E se o arguido chegar a ser condenado seja ao que for bomitarei perucas inteiras.


Where no wood is, the fire goes out; so where there is no tale bearer, the strife ceaseth. - Bible

***Liberdade de Expressão***


não é presidente da câmaraVoltaire

Saturday, November 18, 2006

Pensamento

Tudo já foi dito mas sempre fica tudo por dizer.

Autocomentário

Agostinho da SilvaO sábio Agostinho ao perguntar ao MEC "mas quem lhe disse que eu vou morrer? O facto de que até agora toda a gente ter morrido não quer dizer que eu não seja o primeiro a não o fazer!" deslaçou o que podia ter sido uma entrevista histórica e mostrou esoterismos abrasileirados que nem com muita boa vontade se encaixam.MEC
(E indica que Agostinho tinha já alcançado um nível de buda...!)
A percepção de que tudo tem um fim, além de Criacionista (no sentido da criação do homem, não da vida em si), peca por desviada: eu encaro-a sempre como uma desfocada interpretação do efeito borboleta, de que todas as coisas do universo, todas mesmo, estão interligadas e se interferem. Mas fazem-no contingentemente, não por cumprimento de instruções pré-programadas nem para cumprir roboticamente um qualquer fim determinado por um deus de objectivos bem delineados.
A grande realidade do mundo é a contingência. O resto é presunção e água benta.pó De realçar que o efeito borboleta valida, por assim dizer, toda a presunção que se queira: o facto de se dizer uma ladainha ou fazer outra coisa qualquer pode de facto alterar o mundo (pelo menos dali a muito tempo e muito longe).
A 'magia', penso, virá por um processo junguiano daqui.
Se rebobinássemos a história nada seria igual: a contingência impede-o.
Quem sabe explicar isto é Stephen J. Gould, o meu maior herói intelectual...
Nada disto tira importância à vida humana; pelo contrário: saber que somos meros instrumentos de um fim maior é que nos reduz a criados.
A contingência é universal. Numa escala local não impede que eu decida isto ou aquilo. A contingência não impediu ninguém de escolher não eleger Hitler. Mas foi por processos contingentes que se chegou a essa mão - como num jogo de cartas - de opções. Quanto mais nos afastarmos ou recuarmos no tempo melhor veremos isso. Basta pensar uns segundos no tetravô do bisavô de Hitler... :-)
(dá para rir mas é a sério)

Tudo tem consequências, sim;
tudo tem um objectivo, uma função pré-determinada, não (porque implica que uma vida é apenas o percorrer de uma linha pré-definida).

Chamamos destino ao jogo entre o nosso contingente património genético e cultural (que determina as nossas vontades e capacidades/limitações) e as escolhas que fazemos.ants

O destino é como o movimento absoluto: é implícito de mais para se notar. Daí que encaixa mais ou menos que há um destino e que cada um de nós serve apenas para o cumprir.


Eu por exemplo, como bom portuguesinho, recuso-me a lutar contra o meu destino; e assim valido automaticamente a sua tangibilidade por desconsideração da antítese!)

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(as implicações da cultura nas escolhas; as implicações da engenharia genética e política social no indivíduo;...
falta dizer muitissimo.)

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Que coincidência!: 2: repetição da entrevista

Friday, November 17, 2006

Provocação

Construiram um radio que mede (em unidades imperiais)
com a verdade me enganas
Sizes: 5.5" x 3" d 1.75"!