Saturday, September 6, 2008

Alien versus Predator

Estou a ver os anúncios da Microsoft (Starring: William Gates e Jerry Seinfeld) e como 'os críticos' parece que não gostaram, e acham que é necessário mais para chegar ao nível dos anúncios do Macintosh, também fui ver esses. Já vi três e três são os suficientes para poder ajuizar (não é problema salomónico!).

Genialidade e bom gosto versus linearidade e vulgaridade.

Se eu tivesse um Macintosh, Deus me livre de meter algo com tal nome em casa, mudava para um PC.
Aliás se os da Macintosh (é assim que se escreve?) fossem minimamente inteligentes já tinham arranjado um nome decente (um nome não é uma abreviatura com sabor a fritos).

Notem que estou a falar dos anúncios, não dos produtos em si.
(Mas deixem-me acrescentar que o Mac é como o Firefox ou o GreenBrowser ou o Chrome: são conceptualmente melhores mas... funcionam pior.
Sim, estou outra vez preso ao IE: nenhum dos outros funciona!
Do mal o menos: a simples presença alternativa parece ter espevitado o IE!)

2 comments:

  1. Anonymous2:59 PM

    Penso que está enganado. Mas deixe lá, se vive bem com os seus bugs e o ctrl+alt+del, por mim tudo bem...

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  2. É claro que não consegui, como queria, separar os anúncios dos produtos. Mas era isto que queria dizer: a filosofia da Macintosh (ou do Mac?) está errada e isso vê-se nesses estúpidos anúncios.
    Parece que o que eles querem é ser um PC ("compre um Mac: pode usá-lo tal e qual como um PC") e parecem sentir-se mais confortados com os problemas da Microsoft do que com os feitos próprios. (A redução de PC's a Microsoft é ela, a Macintosh, (ou ele, o Mac!) que a fazem.)
    Era capaz de estar horas a apontar erros conceptuais à Macintosh.
    Quanto a se é de facto melhor, mais estável, etc, não sei. Mas só se for porque quem tem Mac não o usa de maneira similar a quem usa PC.
    Por mim, até agora, detesto tudo o que vem da Apple, a começar pelos estúpidos anúncios e a acabar no sinuoso quicktime.

    (PS: o ctrl alt delete, que infelizmente já não existe, representa, em última análise, uma coisa que eu gosto: poder sobre a máquina.

    Quando um Mac se porta mal ("um Mac nunca se porta mal", comigo não pega) que se faz? Leva-se à loja? hehhehe.)

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